Galeria

Paul McCartney acha que é “ridículo” que alguém estude sobre os Beatles

Segundo o músico, os integrantes da banda “nunca estudaram nada”.

Foto:  On the Run Tour  /  Divulgação

Foto: On the Run Tour / Divulgação

Paul McCartney afirma que não faz sentido que os Beatles estejam em livros de história – mesmo entendendo o impacto da banda na música como um todo. “Aconteceu comigo há alguns anos: descobri que os Beatles estavam nos livros de história dos meus filhos”, escreveu o músico, em resposta à pergunta de um fã, segundo informações da Rolling Stone. “Eu fiquei tipo ‘O quê? Inacreditável, cara!’ Tente imaginar, a gente pensar, quando estava na escola, que um dia ia estar em um livro de história?” Paul foi mais longe, dizendo que a ideia de alguém estudar os Beatles é “ridícula”, porque os próprios integrantes da banda “nunca estudaram nada”. “Apenas amávamos música”, explicou. “Elvis, Chuck Berry, Little Richards, Fats Domino. Não era o caso de estudá-los. Para nós, estudá-los estragaria tudo. Nosso estudo foi simplesmente ouví-los.”

Apesar de reconhecer a importância de escolas como a Liverpool Institute for Performing Arts (LIPA), cuja fundação contou com sua participação, Paul admitiu que não acha que o estudo da música tenha necessariamente a ver com talento musical. “Achar que você vai à escola e sairá como Bob Dylan é muita ingenuidade. Alguém como Bob Dylan não pode ser feito em uma fábrica. Foi uma das primeiras decisões sobre as políticas da LIPA: queremos treinar pessoas para serem versáteis. Dar-lhes o máximo de informação. Mas não dá para dizer como se tornar um Bob Dylan ou um John Lennon, porque ninguém sabe como fazer isso.”

Fonte: ClicRBS

22 Respostas para “Paul McCartney acha que é “ridículo” que alguém estude sobre os Beatles

  1. Lourdes Barros

    Desculpem, mas penso que o Paul não pode ter dito isso. Ao menos dessa forma, com o termo “ridículo.” Ele tem consciência do quanto os Beatles foram e são importantes para muitas pessoas no mundo. Sabe que o fenômeno THE BEATLES vai perdurar por muitos e muitos anos. Então…

  2. Concordo com o Paul, é uma coisa você ter curiosidade sobre a vida dos Beatles, mas é outra estudar a vida deles como se isso fosse levar para algum lugar, o que importa realmente é a música.

  3. Também acho. Talvez seja melhor apenas ouvi-los! Ok, ok… Quem entre nós já não é um expert em Beatles? E quem ainda duvida que façam parte de nossa história? Tudo que é ou foi sucesso será sempre amplamente dissecado como tentativa de elucidar qual foi o propósito que levou tantas pessoas a dedicar seu precioso tempo e dinheiro nesse desígnio. Se descobrissem, Michel Teló, apenas para citar um exemplo, gravaria outro sucesso mundial. Ainda bem que não é assim (ainda). John Lennon resumiu bem a questão: “Se soubéssemos a razão de nosso sucesso, pegaríamos quatro cabeludos e os colocaríamos no palco…”. Beatles serão sempre objetos de estudo e sim, ainda bem que é ridiculamente assim!

  4. Saltei alguma coisa. Eu vi essa parte de não se fazer um Bob Dylan ou um John Lennon na escola. E eles não sabiam ler música. Mas não vi a parte dele achar ridículo serem parte da história. Acho que não veio na mesma entrevista. Mas deve ter falado porque tanto ele quanto Ringo tem essa de achar que só a música conta. Estão errados. Quando surgiu a Beatlemania ninguém sabia que eram bons músicos. Eu vi uma foto e fiquei fã. Sem ouvir um som. Os fãs gritavam tanto nos seus shows que ninguém ouvia nada. Por que? A música era o menos importante para nós primeiros fãs. Claro que se não fossem bons não teriam permanecido Mas não era o mais importante. Eles nao sabiam que possuiam o algo mais. Quando descobriram tiveram muito medo. Foi por esse algo mais que Charles Mason cometeu aqueles assassinatos. Foi pelo algo mais que John foi assassinado e George esfaqueado. Mas também foi pelo algo mais que ficaram ícones e são amados até os dias de hoje. Sem “aquilo” já teriam perdido a importância. Querem ser apenas como Chuck Berry, Fats Domino…podemos contar nos dedos que sabe quem são essas pessoas. Beatles hoje estariam praticamente esquecidos, se fosse só pela música. Elvis só permanece ( muito menos do que eles) porque Elvis tinha uma gota de algo mais. Mas eu entendo o medo deles. Ser ícone não é nada fácil. Será que Paul pensa que lotaria estádios cheios de pessoas de todas as idades se abraçando e chorando de emoção sem o algo mais?

    Gente, não terá sido tradução errada? Ou interpretação do reporter mesmo no original? Eles nunca estudaram nada de música, de teoria musical! Todos eles foram a escola e John até frequentou a faculdade de artes. Paul era tão bom aluno que ganhou um concurso infantil de redação sobre a coroação da rainha! No boletim dele vemos o tanto de prêmios que ganhava. Como nunca estudou? Ficou parecendo que eles nunca frequentaram escola alguma e que nem dá valor à educação. Eu li o transcrito da entrevista onde fala no LIPA…Nâo fala que nunca estudou.

  5. Midia fazendo sujeira como sempre fazem. Ele não disse dessa forma de jeito nenhum! Não foi isso…A Rolling Stone é uma porcaria de revista sempre contra Paul. O pior é que as pessoas acreditam. Entrem no site de Paul e vejam a reportagem completa. Em primeiro lugar o ridiculo não foi sobre os livros de história. Foi sobre o estudo de música. Quem fez o titulo devia ser preso por desrespeito a todos nós. Eis a pergunta. ” O que você acha dos estudantes estudando música popular com foco nos Beatles?”
    Resposta. “Para mim é ridículo, e ao mesmo tempo bastante lisonjeiro. Ridiculo porque nunca estudamos nada. (nota minha, nada de música…de notas, de solfejos…de teoria musica). Nós apenas gostávamos da música popular: Elvis, Chuck Berry, Little Richard, Fats Domino, etc. E não foi um caso de ‘estudo”. Acho que, para nós, tería estragado tudo de a gente tivesse estudado. Queríamos concluir por nós mesmos apenas ouvindo. Então nosso estudo foi ouvir. Mas ficar sabendo – como fiquei sabendo alguns anos atrás – que os Beatles estariam nos livros de história dos meus filhos? O que? Inacreditável, cara. Pode imaginar a gente pensar, quando estava na escola, que um dia estaríamos um livro de história? ( nota minha: claramente fazendo graça e extremamente lisonjeado. Nada de achar ridículo. ) Então é bastante lisonjeiro, e acho que é uma ideia bem legal realmente, sabe? Como na LIPA. Então sim, é bastante lisonjeiro. Ao mesmo tempo eu não acho que só de estudar musica popular a pessoa possa se tornar um grande musico popular. Pode ser que se use ( a musica) para ensinar aos outros sobre a historia, tudo tem valor. (eu repetindo..tudo tem valor). Mas achar que podem entrar na faculdade e sair como um Bob Dylan? Alguém como Bob Dylan não se faz assim. Foi uma das primeiras decisões que tomamos para nossa politica para o LIPA …” Lipa é a escola que ele ajudou a criar. Só de ter ajudado a criar uma escola vemos que ele é pro estudo. Ele disse ainda que decidiram que treinariam as pessoas, que dariam o máximo possível aos alunos, ” mas não podemos transforma-los num Bob Dylan ou num John Lennon ( achei lindo ele citar John e não citar seu próprio nome) porque ninguém sabe como isso acontece.
    Sugiro que entrem no site oficial de Paul e leiam toda a entrevista. É espetacular. Ficamos sabendo que ele estudo piano. quando criança e ão gostava. Ficamos sabendo de onde vem sua influencia do jazz. Ficamos sabendo muitas coisas legais. A midia foi muito safada de pinçar a palavra ridiculo e jogar na manchete, modificando o sentido do que disse. . Vemos bem que ele brincou sobre constar dos livros de história. Ele lembrou disso de repente no meio da resposta porque estão usando as musicas dos Beatles nas escolas de música…e outra coisa impressionante para ele é fazer parte da história, então falou isso em tom de brincadeira. Eu pessoalmente acho que ele errou no uso da palavra ridiculo e queria dizer ironico, algo assim…Como eles que nunca souberam música, sempre tirando tudo de ouvido apenas ouvindo os discos, agora eram matéria escolar de música? Uma coisa irônica e bastante lisonjeira, que ele acha até legal! Essa parte foi toda apagada pela Rolling Stone. Um crime.

  6. Sertaneja disse tudo. Porém acho que a opinião dele é esta mesmo, simplesmente pelo fato de ver na mediana formação escolar dos próprios componentes da banda o principal motivo para não estudá-los.
    Em minha opinião, justamente por eles terem uma formação escolar mediana, a visão da importância cultural deles sobre si mesmos é muito pouca. Talvez tenham lido muito pouco que se escreveu e se escreve sobre a banda até hoje.
    O carisma deles superou a de todos artistas que ele citou, inclusive Elvis Presley, que tinha somente: 1.voz excelente e bonita; 2.sabia dançar muito bem no palco (e isto os Beatles não sabiam); 3.era muito boa pinta, pelo que foi muito bem aproveitado no cinema (isto ajudou a perpetuá-lo na mídia). Mas Elvis não era criativo, não compunha canções, nunca saiu dos EUA.
    Beatles são objetos de estudos porque foram fenômenos, apesar de terem formação escolar mediana e não saberem teoria musical.
    Lula, apesar de ter formação escolar ainda mais baixa e de muitos não concordarem com seu jeito de fazer política e com suas ideias socialistas (inclusive eu), tem que ser estudado como fenômeno carismático da política e vai ficar na História por causa disto.
    Beatles já são parte da História como fenômeno excepcional. É natural que fenômenos sejam estudados. Ninguém muda isto, nem os componentes da banda ainda vivos.

  7. Vinny, você disse que concorda com o Paul, mas Paul não disse da forma como saiu na Rolling Stone e outros exemplos de imprensa marrom que existem por aí. Veja no box acima. Ele gosta de ser reconhecido, que seja estudado, podem crer. . Eles são parte importante da contra cultura dos anos sessenta. O que não leva a lugar nenhum é dissecar a vida íntima, mesmo porque ninguém sabe a verdade. Mas a vida pública deles enquanto Beatles e o que nos passavam é parte essencial da história da humanidade. Estudar os anos sessenta sem Beatles é impossível. Eles compuseram a trilha sonora principal da década. E foram eles que mudaram todo o comportamento dos jovens. Eles mudaram o mundo! Que depois voltou a ser bem igualzinho com o fim do sonho, mas o exemplo ficou Eu pessoalmente acredito que eles estavam semeando….e a colheita ainda será feita. . Ser fã dos Beatles sem ver isso é perder o principal! O comentário dele me fez lembrar do meu querido Beto Oliveira, músico do grupo de serestas do meu pai. Veio da roça para estudar na cidade, e como sabia acordeon, era chamado para tocar nas festinhas. Se encantou pela música Only You dos Platters .e sempre a tocava. Em 81 o grupo fez algumas apresentações no Hotel Sheraton em Buenos Aires no Festival Internacional da Cozinha, com a presença de personalidades internacionais. Pilotos da fórmula um, Ray Connif e The Platters. Foram cinco shows e depois de um deles, dois cantores dos Platters se aproximaram pedindo autógrafos. Beto ficou confuso…sem entender…seria isso mesmo? “Inacreditável, cara”. Bom, ele deu o autógrafo e depois comentou. “Quem diria, hein? Logo eu, Beto do Rebentão dos Ferro, da roça…Se naquele tempo que eu tinha 15 anos, alguém me falasse que o cantor de Only You ainda me pediria um autógrafo, eu ia achar que era gozação com a minha cara.” Pois é, se alguém dissesse para Paul quando estudante em Liverpool que ele faria parte dos livros escolares ele teria tido uma reação parecida. Não acha ridículo… não soube se expressar…Acha curioso e irônico. Nâo disse que nós fãs devemos apenas ouvir a música, ele disse para os músicos, que eles aprenderam de ouvido sem estudar. Essa parte foi para os estudantes de música e não para os fãs. E logo eles que achavam chato a teoria musical ( Paul foi estudante de piano quando criança e detestava ) agora podem ver suas músicas nas partituras sendo ensinadas nos conservatórios. Viram a diferença? dá vonade de escrever para a Rolling Stones em protesto. Mas não foi só a Rolling Stone que fez essa barbaridade. Tem um site aí que até está fazendo uma pesquisa querendo saber se concordamos que ensinem músicas dos Beatles nas escolas. O resultado não podia ser pior. A grande maioria está dizendo que não. Claro que influenciados pelo que ele ” não disse”. Eu marquei sim, mas estamos na rabada.

    • Concordo com seus pensamentos, mas Paul também está certo, não tem por que estudar ” beatles” se você quer ser tão bom quanto eles foram, eles não estudaram ninguém somente souberam apreciar a música, e foi isso que eu quis dizer.

  8. Viny, não são meus pensamentos. São os pensamentos de Paul. Ele não falou o que está na manchete da Rolling Stone. Leia novamente. Eu fiz a tradução. Mas pode ver também lá no site dele. Ele não falou nada daquilo. Não com o sentido que deram. A Rolling Stone sempre dá um jeito de falar contra Paul alguma coisa. Foi um fora que Paul deu usando a palavra errada. Pelo restante do que ele diz vemos claramente que ele não queria dizer ridículo no sentido que conhecemos, pois ele sabe bem que nem todos sabem tirar música só de ouvir um disco. Isso é para quem tem talento nato. Para a maioria é preciso uma partitura. Eu sei de Beto Guedes tirando músicas dos Beatles ouvindo o disco, chamando nossa Senhora Aparecida para ajudá-lo….o irmão dele também fazia assim. E tiravam porque eram geniais também. Que eu saiba Beto nunca foi numa escola de música. E aqui tem conservatório. Os melhores músicos já nascem prontos. Que nem os pintores. Pode ir fazer curso na escola de Belas Artes mas Van Gogh não precisou disso e alunos de escola de arte não se tornam Van Gogh ou Picasso só de ir às aulas. Nem por isso devemos fechar as escolas de arte. Nem por isso os alunos seriam ridículos se estudassem os quadros dos grandes mestres que nunca estudaram. Mas é irônico sim. Logo aquele que nunca estudou, que nunca nem mesmo vendeu um só quadro enquanto vivo, se torna um ícone da pintura. Tenho por mim que foi isso que Paul quis dizer. Lembrando que ele falou e repetiu várias vezes que se sente lisonjeado, que acha legal, e que mesmo o estudo da história tem valor. Gente, o LiPA é a menina dos olhos de Paul. Sabe bem que vão falar nele lá dentro e muito. Sempre soube desde o início. Se achasse ridículo como imaginamos, no verdadeiro sentido da palavra, ele nem se importaria em investir na escola. Enfim, quando ele falou em apenas ouvir, se referia a como aprender a ser músico. Ele aprendeu também ouvindo um guitarrista de jazz da loja de discos. Pegava no ar o que ele estava tocando. Ele não falava para os fãs que não são músicos. Não queria dizer que os fãs que não tocam nada, como eu, tem de ficar só ouvindo. Não foi para nós que ele falou isso e sim para quem estuda música.

  9. Servomarco, a opinião dele é a que está na entrevista no site dele. Sem censuras, sem trocas de ordem de palavras, sem uma manchete toda truncada. Ele falava sobre as escolas de músicas ensinando música popular dando ênfase nas suas músicas. De repente se lembrou de algo parecido, que é estar presente nos livros de historia. Uma coisa puxou a outra, mas veja que ele não repetiu a palavra ridículo para falar sobre isso. Apenas demonstrou espanto. “O que? Inacreditável!” De forma jocosa. E é inacreditável mesmo. Eu não creio que ele tenha pouco conhecimento mesmo tendo tido educação mediana. Ele se preparava para ser professor e estava entre os melhores alunos. Prêmios todos os meses. Vi seu boletim. Ele ganhou o concurso de redação aos dez anos. E ele falava da importância dos Beatles na revolução cultural, ao ponto de John caçoar dele. John o criticava por saber disso. Tem uma carta que ele escreveu na época da briga onde John se mostra chocado dizendo algo assim.” Quantas vezes nós conversamos sobre isso, que a gente fazia parte de tudo. Fazia parte! Não que éramos os responsáveis…” Não lembro mais as palavras usadas. Paul tem muito mais cultura do que se pensa, embora tenha vindo da classe operária. Ele fez um cursinho com os Asher. kkkk.Eu pessoalmente penso – e aqui é o meu pensar realmente e não o dele – que eles todos sentiram medo do que acontecia. O fenômeno cresceu tanto que chegou até a loucura por parte de alguns. Charles Mason…Chapman, e o que esfaqueou George. Preferem se colocar apenas como excelentes músicos porque o risco é grande. Mas ele sabe bem o que realmente os Beatles representam. Ele não diminuiu isso na entrevista, a bem da verdade. Apenas demonstrou surpresa, mas depois falou que tudo tem valor. Ele disse isso. Vocês devem conhecer uma foto dele menininho olhando a coroa da rainha numa exposição. De longe, pescoço espichado para ver melhor. Se alguém chegasse ali e dissesse para ele:””olhe bem essa coroa. Você ainda será um cavaleiro da rainha.” Ele diria talvez. ” O que? Que coisa ridícula… Meu nome vai ser Sir James Paul? Está de gozação comigo.” No entanto foi bem o que aconteceu. Cantou para ela, ganhou medalha, depois virou Sir e toma chá com ela…era super amiga da princesa Diana com quem costumava almoçar…” O que falou ao receber a homenagem? ” É um longo caminho desde aquela casa humilde em Liverpool. Tenho orgulho de ser Britânico. Dedico a John, George e Ringo…” Ele não disse. “Estou recebendo nem sei porque. Que coisa ridícula…Logo eu que nem fiz universidade, que nem sou da classe alta…” …Por aí vemos que ele aprecia e muito ser homenageado e valorizado pelo que faz. Ver o nome dos Beatles e o seu nome do livro de história, pela lógica, lhe deu a mesma emoção. Existe ainda um fator chamado modéstia. Pode temer ser considerado alguém convencido, se julgando muito importante…como John o acusou de ser. Melhor comentar fazendo piada. Deixando claro que aprecio e me sinto lisonjeado. Disse isso mais de uma vez. Mas infelizmente a matéria maldosa é que está prevalecendo e mais de 60 por cento dos leitores disseram que não se deve estudar as músicas dos Beatles nas escolas. Com certeza porque já que Paul acha ridículo então devem ser retiradas do currículo. Que estrago. Lamentável.

  10. CONCORDO COM O PAUL E REALMENTE OS BEATLES FORAM FEITOS PARA OUVIR AS MUSICAS DELES ASSISTI OS FILMES DELES TIRAR PROVEITO DO QUE ELES FIZERAM DE MELHOR MAS ESTUDAR OS BEATLES NINGUEM IRÁ SE TORNAR BEATLES OU ELVIS PRESLEY OU MICHAEL JACKSON SO EXISTIRAM UM UMA SO FORMULA PARA TUDO ISSO. INCLUSIVE EU, VOCE, NÓS SOMOS DIFERENTES EM TUDO NINGUEM É IGUAL NA DIGITAL. E ASSIM ESTUDAR A MUSICA AÍ SIM. PARA PODER APRENDER A TOCAR TUDO,DESDE MUSICA CLASSICA ATE AS MUSICAS QUE VIRÃO. MAS ESTUDAR UM MUSICO X OU MUSICO Y É BESTEIRA E PERDA DE TEMPO POIS NUNCA NINGUEM MESMO VAI SER IGUAL, NO MAIS É SOMENTE FANATISMO. E FORA DA REALIDADE.

  11. Guilherme, você não está concordando com o Paul porque Paul não disse isso dessa forma. Quem passou essa mensagem truncado foram jornalistas sem noção. Eu fiz uma denuncia no site dele e de repente, jogaram a entrevista na integra novamente no facebook, diretamente do site dele, chamando a atenção que está na íntegra. Antes não diziam isso…Agora basta clicar para ir direto até a entrevista. Para omitir uma opinão é preciso ler tudo o que ele disse e não ler o que a Rolling Stone quis citar. Eu já coloquei parte aqui mas não esta adiantando. É triste porque agora as pessoas votaram num poll que as músicas dos Beatles não devem ser ensinadas nas escolas. Que perda será. Gente, vamos pensar direito: se fosse assim ele teria se envolvido de cabeça numa escola de música? Os Beatles não foram feitos só para quem é músico e sabe tirar de ouvido ouvindo disco. Eles faziam assim porque nasceram sabendo. Para eles não teria graça pegar uma partitura já pronta. Eles adoravam quebrar a cabeça ouvindo o disco para achar os acordes. Mas eles eram eles! A grande maioria não saberia nunca fazer isso. Então, não podem tocar suas músicas? Quanto a explicar na escola que não ensinam ninguém a ser um Bob Dylan, ou um John Lennon, ou um Paul McCartney, é compreensível. Essa parte veio mais no final e não quer dizer que não deviam estudar. Apenas que as pessoas precisam ter os pés no chão quanto a isso. Só mesmo lendo tudo o que ele disse para entenderem. Por favor, vão até a fonte. E leiam com atenção, porque nem tudo é o que aparenta ser. Afinal de contas…ele é um Beatle. É preciso ler também com o coração.

  12. O que Paul quis dizer é que, o fato de estudar música não nos torna um John Lennon. Eles tinham o dom de sentir a música, e conseguir tocá-la (e tocar os outros com as próprias).

    Se Paul fosse contra que estudássemos os Beatles, ele jamais teria feito, por exemplo, o documentário Anthology. Ou jamais autorizaria uma biografia. Muitos dos que estão comentando acham mesmo que Beatles se limitam a “apenas” música.

    Se Paul “apenas” se interessasse pela música em si, nunca faria Here Today, ou Maybe I’m Amazed. Ele sente aquilo que faz, suas músicas (na carreira solo e como beatle) reflete o cotidiano dele, assim como acontecia com John, George e Ringo.

    Outro dia encontrei uma tese analisando os diversos tipos de amor encontrados nas músicas dos Beatles e como ele foi alterando com o passar dos anos. Isso deve à maturidade deles, aos novos relacionamentos.

    Assim como Virgínia bem falou, temos que analisar direito estas traduções, sabemos que Paul jamais diria isso.

    Ah, desmistificando o que muitos falaram, não “estudamos” sobre os Beatles porque queremos ser como eles ou porque achamos que nos tornaremos eles. E sim porque os admiramos.

  13. Ah, que bom.,..Mariana veio socorrer.🙂 Pois é Mariana, ele também não teria de involvido tanto com a LIPA, uma escola de Artes. Ele sabe que ali vão falar e estudar os Beatles. Na universidade de Liverpool estudam Beatles. Eu vi esse trabalho acadêmico sobre os diversos tipos de amor encontrados nas músicas dos Beatles. Deve ser o mesmo que você viu. Vi também os Beatles e a contra cultura, onde estudaram 42 de suas músicas no contexto contra cultura. Mas só achei a introdução, infelizmente. Queria ver quais músicas escolheram. Quem souber onde o texto pode ser encontrado me informem, por favor. Mariana, viva! Bacana.

  14. Mariana conta um, Mariana conta dois é tres é quatro e cinco é seis é Ana, Viva Mariana, Viva Mariana.
    Parece ser infinito o que vamos descobrindo deles e sobre eles. A ideia por trás da Apple…Outro dia me vi chorando porque desceu forte o tanto que viviam o sonho e queriam que ele realmente desse frutos. E acabou sendo uma das causas do fim. A Apple seria pioneira em matéria de empresa socialista, baseada no compartilhar as tarefas e tudo o mais. Eles acreditaram no sonho. Estavam indo além da música. Que vontade de ver o projeto educativo que tinham. Começou a ser feito pelo Ivan Vaughan. Uma escola que a principio seria para seus filhos e filhos de amigos…mas que seria para se expandir. Tudo dentro dos ideais hippies. Não aquilo que ficou na mente de tantos: drogas e sujeira. Os verdadeiros ideais de um mundo de paz e amor como John colocou em Imagine. E a Zapple? Veja que coisa linda era a Zapple. Toda a geração Beat ali. Os Beatíficos. A força deles era tão grande que poderia ter dado certo..Pois e o tanto de gente que começou a meditar só porque eles foram para a India? Hoje é recomendada até por médicos caretas. É quando entro na teoria da conspiração timidamente. Não tenho provas! Sinto como se aquilo estivesse incomodando muito os “donos do mundo”. Já pensou se tivessem provado ser possível ter uma empresa vitoriosa cujo objetivo principal não era o lucro financeiro? E a comunidade numa ilha grega? Aquilo estava um pouco além do necessário, tanto que desistiram. Mas o ideal comunitário habitava suas cabecinhas. HOje já existe algo assim. Chama-se Findhorn, na Escócia. Enfim, de vez em quando bate em mim que organizaram um complô para desmantelá-los. Que jogaram uma energia negativa descomunal ali dentro para jogar uns contra os outros…de tal forma que nem eles entenderiam. E não entenderam mesmo. Outro dia ouvi Paul dizendo que não sabe como foi aquilo. Aparentemente conseguiram separá-los. Na verdade, se ainda estamos aqui falando sobre eles é que a separação nunca existiu. O mais importante permanece ao ponto de serem estudados, das universidades se abrirem para entender o que estavam dizendo e cantando. Peço desculpas por falar essas coisas aqui…Tenho consciência que pode ser bobagem minha. Claro que pode ser que brigaram porque seres humanos brigam mesmo. Depois fizeram as pazes. Já fizeram bem mais do que a maioria que nunca perdoa.Já teria sido uma mensagem e tanto. Uma mensagem muitas vezes ocultada por fans! Aqueles que só falam nas brigas e insistem que se tornaram inimigos para sempre. Eles ignoram a Antologia! Ignoram as muitas vezes que se encontraram, que participaram dos discos uns dos outros… A minha intuição diz que tem muito mais do que está aí. Agora vou entrar nos links que você forneceu. Obrigada, linda.

    • Penso que o fim deles se deve a um desgaste mesmo, um desgaste natural de uma amizade de anos, que aos poucos foi sendo colocada de lado por motivos maiores.
      Sempre gosto de pensar no quanto de coisas que eles fizeram em um período relativamente curto. A gente observa isso com o “Beatles no dia a dia”. A rotina deles era uma loucura! O que eles tiveram que aguentar não foi moleza… e mesmo assim amavam o que faziam… e ali que está o segredo do sucesso deles: o amor incondicional ao que eles faziam juntos.
      Cheguei até a comentar sobre isso na postagem que pergunta se preferimos Lennon ou McCartney. Não há como escolhermos um deles, não há parâmetro.
      Talvez estejamos intimamente identificados por um deles (seja pela personalidade ou a maneira como o conhecemos), mas o amor que temos pelos outros é tão grande que chega quase a uma “predileção oculta”. Não há como dizer o seu favorito.
      Espero que tenha gostado dos links, Virgínia!
      Agora eu que preciso de sua little help! Teve uma vez que você comentou que descobriu um site com os outtakes de Let it Be (e com umas gracinhas que eles fazem) com diálogos que ainda eram transcritos para a gente entender. Eu já procurei até cansar, mas não encontrei… você se lembra de qual é? Se você se lembrar, me informe por favor, mesmo que o site esteja em inglês!
      Abraços e obrigada!

  15. Ei Mariana.

    Não há como saber, não é? Temos de nos contentar com nossa intuição, o que parece ser, o que provavelmente foi…Mas não temos como saber ao certo o que causou a separação. Eles costumam falar nesse desgaste…não me convence. Gosto muito de pensar no que é comprovado. Eles estavam bem em 68. Ele criaram a Apple. Sabe por quantos anos foi assinado o documento? dez anos. Dez! Nenhum grupo desgastado faz essa loucura. Eles acreditavam que daria certo. Então o que pode ter havido foi um desgaste sim, mas de terem de lidar com o que nunca tinham lidado antes. Business. Eles tinham um sonho socialista…mas estavam dentro da sociedade de consumo…Muito bem explicado isso naquele link que você mandou. O primeiro. Era um dilema. Queriam se ver livre de algo que os sustentava…Claro que podiam ter conseguido encontrar o caminho do meio. Usar bem o consumismo…para coisas boas. Consumo de discos, de filmes, de coisas legais. Mas como não sabiam nada do negócio começaram a falir. Um saco sem fundo, disse John. Assim também não…Cadê Brian? Tinha morrido. Chega Klein como o mago dos negócios e das finanças…Era desonesto. Paul descobre sei lá como. Inocentemente sugere a familia de Linda. Pois se antes era possível, ( aceitaram muito bem o irmão de Jane Asher, o Peter) por que os parentes de Linda não podiam participar? Ai é que começa o rolo….Nunca disseram. John declarou algumas vezes que não confiava neles. Menina, para mim esse foi o começo de tudo. Como Yoko garantiu que Klein era confiável, deu no que deu, pois ele tinha passado a só acreditar nela. A partir daí vejo uma nuvem escura. Nâo tenho nem inspiração, nem se fosse escrever uma fan fiction eu saberia o que dizer. Acho que por isso eles todos gostam de dizer que estavam cansados, que era hora mesmo de cada um seguir em frente…Estão escondendo alguma coisa. Preferem assim. Hoje eles dizem isso. Ringo e Paul. Na época eles todos diziam diferente. Outro fato: Paul adoeceu. Não sei por quanto tempo ficou com depressão brava. Só levantava para beber. Perdeu a noção de higiene. Ele mesmo conta que nem mesmo fazia a barba. Tudo isso porque não existia mais Beatles. Se nós sofremos, ele muito mais. Foi mais de ano assim…Até que cantou para ele mesmo adolescente num dia iluminado e começou a seguir a luz. “Ram on (Paul Ramon) give your heart to somebody soon right away…” Eu sou tão besta que no dia que entendi que Ram on era aquele, e vi o rapazinho criando um nome artístico porque estava virando cantor profissional, ia com a turma excursionar cheio de sonhos….eu caí no choro. Eu vi todos eles criando os nomes: Carl Harrison, Long John…Esqueci o de Stuart. Eu chorei muito, Mariana. Ele procurava nele mesmo adolescente um novo alento, sentir de novo aquele entusiasmo..tinha de recomeçar do zero. E recomeçou! Pronto, só de escrever já quero chorar de novo. Quero dizer que a vontade era não ter rompido com os Beatles, portanto não havia desgaste na amizade. Penso que Ringo tampouco queria. Mas aqui estou no achismo. Eu realmente não sei o que estava nas suas lindas cabecinhas cabeludas. Sem dúvida viram que, para lidar com negócios, tinham de ser mais entendidos nas jogadas capitalistas. E isso significa que o sonho tornou-se impossível! John certa vez falou que ao dizer que o sonho tinha acabado não se referia apenas aos Beatles enquanto banda. Referia-se ao sonho colorido daquela geração e que eles acharam que podiam concretizar de certa forma. Não conseguiram. Mas como conseguir rodeados de crápulas? Vamos pensar bem: estavam rodeados de gente querendo uma fatia do bolo. Todo tipo de maluco se aproximou. Abriram as portas para gente como Magic Alex, The Fool, Allen Klein… etc, etc. etc. Ali ao lado deles estava Neil Aspinall, maravilhoso, de total confiança…e não viram que deveria ter ocupado o lugar de B. Epstein desde o início. Pelo menos reconheceram seu valor pouco depois, O cara manteve a Apple funcionando de forma diferente do sonhado, mas dando lucros. Tornou-se o presidente da Apple. Como não viram isso antes? Por isso sinto que há algo oculto, algo que os cegava…tudo apenas uma teoria minha. Não tenho como entrar em detalhes. E entendo porque preferem dizer que foi um círculo que se fechou, que era mesmo hora de findar…é menos sofrido pensar assim. Outro fato: eles criaram a familia Beatles. Se tivesse havido um desgaste na amizade, eles teriam ficado distantes um do outro pós separação. Mas não foi assim. Ringo esteve até morando com John em Los Angeles. . Ainda ontem vi uma entrevista de Julian onde isso está bem claro. “São todos meus tios,Criaram uma família estendida”. disse ele ao Howard Stern. Portanto deve ter havido outra coisa. Claro que posso estar enganada porque eu realmente não sei. Mas os fatos, o que realmente sabemos ter acontecido, indicam que algo mais profundo e extremamente negativo aconteceu. Um simples cansaço pediria férias. Abririam espaço até para discos solo. Mas não um rompimento oficial e litigioso. Os Rolling Stones também sofreram com Klein. Também enfrentavam problemas sérios. Um deles morreu! Mas estão aí até hoje.

    Vou procurar o link para o blog do Let it be e jogarei aqui.🙂

  16. Aqui está o link. Momentos adoráveis de um tempo em que brigavam. E que também se divertiam muito, o que geralmente escondem. Mostra que nem tudo era tristeza e que havia uma chama ainda uma chama acesa. Eu penso que espalharam tanto sobre os problemas que muita gente, mesmo vendo um site assim não vai ver a chama. Pois eles não conseguem ver isso no documentário disponível. E eu vejo coisas lindas. Assm como adoro o show no telhado…Acho incrível a quimica entre eles acontecendo ali claramente. Um simples olhar, um gesto e tudo se acerta e ainda começam a rir… Eis o llink, Divirta-se. Eu amo George oferecendo um sanduiche para Paul. Acho uma gracinha.,..”Paul, quer um sanduiche?” Puro amor.
    https://www.tumblr.com/search/let%20it%20be%20sessions

  17. Olá Virgínia, tudo bem? Me desculpe a demora da resposta, estava meio atarefada. MUITÍSSIMO obrigada pelo link, estava louca para ouvir estes áudios!!
    Bem, preciso concordar com você. Talvez não tenha sido apenas um desgaste. Estava tudo se ajeitando. Tanto que eles produziram, e bem, o Abbey Road. Não sei se você tem o livro do Geoff Emerick sobre as gravações dos Beatles. O que ele conta dos solos de guitarra em The end é de realmente se emocionar (se você não tiver, transcreverei aqui para você). E ele deixa bem claro de que, por aquele instante, deixaram às diferenças de lado.
    Yoko com toda certeza deu uma “ajudinha”. Prova disso são o “fim de semana perdido” que John chamou. É impossível não se emocionar com o Rock ‘n’ Roll. Eu não consigo passar de uma música sem me emocionar. E a Reprise de Just Because? Deixa em mim um sorriso feliz, mas amargurado… E Be-bop-a-lula? John não odiava tanto os Beatles afinal. Ele fazia sim, e gostaria sim de continuar fazendo parte daquilo. Na verdade, nunca deixou de fazer interiormente.
    E o concerto do telhado? Como negar a magia ali presente? Muitos ignoram as trocas de olhares e de sorrisos!
    Talvez as drogas pesadas que John estava começando a usar? Não pode ter sido apenas isso.
    Assim como você disse, eles não entendiam dos negócios (o que me fez lembrar de Magic Alex nesse momento). Porém, eles conseguiam facilmente separar os negócios da música. Prova disso é ver o Paul contra os três nos negócios, mas ao mesmo tempo trabalhando em música junto com eles.
    Há realmente algo que ainda não foi contado, algo que apenas nossa intuição pode dizer. E ao mesmo tempo errar. Não duvido do que disse, de verdade. Só algo muito forte para separar aquilo.
    Talvez um dia a gente saiba…
    Muito obrigada pelo link!! Abraços!!

  18. E isso mesmo, Mariana. E aquela placa dizendo Eu ainda amo os Beatles, no video de Starting Over? O disco de rock eu também gosto de ouvir, principalmente os recados que ele manda para Ringo, John e Paul. Se tivesse ficado só o amargor não mandaria recados, e Ringo não teria ido morar com ele lá em Los Angeles. Eu pessoalmente penso que o mais amargurado era George. Tenho essa de ficar olhando coisas no rosto. George tinha o cenho franzido constantemente. O significado disso não é bom. Pessoa com incomodo interno, até mesmo raiva. Não era assim quando nos Beatles. Isso apareceu depois da separação. Teve ainda o caso de Pattie com o Clapton, tudo isso com certeza o aborreceu muito. As vezes penso que a religião não lhe fez bem. Que os budistas me desculpem. Pode ser também que se não fosse a sua fé teria sido até pior. Penso nele como um menino mimado, o caçula de uma família que sempre dá mais trabalho. Meu caso. kkkk A ùnica da famìlia com síndrome de pânico. E não me valorizavam, Por mais que eu fizesse alguma coisa bacana, chegavam a duvidar que era coisa minha mesmo. Tudo por excesso de zelo e excesso de amor. Eu realmente penso que John sabia o tanto que George era bom compositor. Ele apenas era exigente com ele, o caçulinha. Isso para mim ficou muito óbvio na Antologia. George não queria porque deu birra de irmão mais novo. Então deixaram ele comandar em quase tudo. O diretor não foi Martin. Foi o diretor musical de George, o Jeff Lynne. O encontro deles foi na casa de George. Tiraram o título original porque George o desaprovou. Não lançaram a Now and Then, a mais bonita de todas as músicas inéditas de John, porque George disse que estava uma porcaria. Ele é quem foi fazer a divulgação na TV. Pelo menos uma delas era apenas George divulgando. São muitas evidencias de que queriam agradá-lo em tudo para não aborrece-lo, senão poderia dar birra e ir embora. kkkk Eu sou assim até hoje. Dou birra e vou embora. Os caçulas se entendem. Quando ele estava para morrer, lá foi o Paul visitá-lo em Los Angeles. Três horas segurando na mão dele, acariciando a mão dele…. Meus irmãos fariam assim comigo. Minha mãe me colocaria no colo. Paul cedeu uma de suas casas para George passou seus último dias porque não queria morrer no hospital. No dia do falecimento Paul declarou “Perdi meu irmãozinho mais novo”, disse. Posso estar enganada? Posso. Mas eles formaram uma família, a familia Beatles. Beatles virou sobrenome e ainda hoje é assim. Eles tem uma ligação impressionante. Irmãos brigam feio, é bom lembrar. UM dos meus irmãos vivia falando mal de mim com os amigos. As piores coisas. Chegava em casa e me abraçava. Pedia desculpas. Acabou vendo algum valor em mim antes de falecer. E ficou orgulhoso quando me tornei escritora. Sei que Paul tem o maior orgulho de George por tudo que conseguiu na carreira solo. Ele compareceu lá no evento da calçada da fama. E ontem estava lá no Grammy com o rosto iluminado quando falavam em George, o irmãozinho querido…Talvez eu esteja falando bobagem, mas é assim que sinto e com base. N ão apenas na intuição. Eles falam assim mesmo. O Joe Walsh disse se sentir muito feliz por fazer parte da familia Beatle. Yoko agradeceu aos demais por terem finalmente a aceitado na familia Beatles. Disse exatamente assim. Eles demoraram a aceitá-la. Tudo bem, hoje, mas…pelo que soube a Olivia, que trabalha na Apple, deu um jeito de afastá-la um pouco de lá. Yoko não dá mais tanto palpite como antes graças a Olivia que entrou e ficou num cargo bom lá dentro. Assim ouvi dizer. Isso é uma coisa que poucos se lembram: a Apple nunca foi fechada! Continua firme e forte. E pertence a quem? A eles! Na verdade, nunca houve uma separação verdadeira. George dizia que Yoko tinha más vibrações. Outra prova do tanto que amavam os Bealtes é o espetáculo Love do Cirque de Soleil. Eles captaram tudo ali naquele show. Love. Bom lembrar que quem o idealizou foi George Harrison. Ele é que era amigo do cara do Cirque. Ele começou trabalhando junto no projeto. Que pena não ter visto o final. Como ficou espetacular. Vontade de ver aquilo no DVD em telão! A história dos Beatles está ali, o essencial: Amor.

  19. Descobri recentemente que a palavra ridículo é usada também no sentindo de ‘inacreditável”, en inglês. . Eu suspeitei logo que Paul não queria dizer o que todos pensam. Aqui está uma declaração que veio creditada a John Lennon, mas pode ser outra frase de Paul. Começa com “the thing is…” e Paul costuma começar suas explicações dizendo isso. Vemos bem claro que ele, John ou Paul, usa ridículo no sentido de inacreditável. Leiam: “The thing is, in America it just seemed ridiculous… I mean, the idea of having a hit record over there. It was just, you know, something you could never do. That’s what I thought anyhow. …” Ele achava impossível fazer sucesso nos Estados Unidos. Parecia ridículo fazer sucesso lá. Isto é, era inacreditável. Portanto, todos que ficaram chocados com o uso da palavra ridículo na tal entrevista podem ver que ele realmente não queria dizer “ridículo” conforme entendemos. Fui confirmar no dicionário e vi que é correto falar assim. Não é coisa só de Liverpool não. No thesaurus.com vem sinônimos de ridiculous: absurd, bizarre…unbelievable”. Procurei também em português. Na nossa língua a palavra inacreditável não é sinônimo de ridiculo. Mas em inglês é. Paul não acha ridículo ver suas músicas ensinadas nas escolas. Ele acha surpreendente, inacreditável.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s