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Uma Beatle-Tour para fãs dos 6 aos 60 anos!

Lembro da primeira vez que vim pra Londres e que no meu roteiro eu tinha um dia dedicado à música. Neste, alguns endereços ainda estão na memória: Abbey Road, casa de Paul McCartney e Montagu Square (onde John Lennon morava).

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Agora, graças à parceria com o Londres para Principiantes, tenho a oportunidade de visitar estes lugares semanalmante. Isso graças a um tour focado nos locais relacionados com os Beatles em Londres que estou guiando. Além disso, no tour passamos por outros lugares icônicos, como o local onde Paul e Linda McCartney se conheceram; onde surgiu o termo “Beatlemania”; pela famosa Carnaby Street; e o local da última apresentação ao vivo da banda.

Um fã dos Beatles vai gostar por motivos óbvios: são tantos pontos relacionados com os garotos e é tão bacana pensar “eles tiveram aqui” ou “isso aconteceu aqui”! Pra quem não é tão fã da banda (e geralmente se inclina a visitar somente a Abbey Road) vai ser uma ótima oportunidade pra conhecer mais sobre a história dos Beatles, e entender por que eles foram tão grandiosos na época. As fotos e vídeos que vão sendo mostradas pelo caminho tem como intenção justamente isso: fazer como se tu estivesse vivendo em um documentário sobre os quatro Beatles em Londres.

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As histórias contadas, inclusive sobre inspirações pra músicas que posteriormente viraram hits, são com certeza um algo a mais no passeio.

O bacana dos Beatles é que a banda tem fãs de 60 anos e tem fãs de seis anos. Isso também é o que faz deles uma das maiores bandas de todos os tempos. E o bacana do tour é que todos são bem-vindos. A caminhada é agradável e nas quatro horas de passeio, além de passarmos por cerca de 15 lugares relacionados com a banda, também paramos cerca de 20 minutos pra lanche num Starbucks.

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Então fica o convite! Beatlemaníaco ou não, com certeza tu vais aproveitar o passeio! Não let it be e faz agora mesmo tua inscrição clicando aqui.

Fonte: Tchê in London

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3 Respostas para “Uma Beatle-Tour para fãs dos 6 aos 60 anos!

  1. Que bom que agora está fácil. Quando lá estive tive de ficar procurando os lugares e sem nem saber quais eram, pois era um tempo sem internet. Eu tinha pouca informação dos lugares que frequentavam. Assim perdi muita coisa. O lado muito positivo: sair à procura tendo o coração como guia. Eu sabia de cor o endereço de Paul. Isso eu sabia. Tinha lido se bem me lembro na revista Cláudia. Sabia também que havia a Abbey Road, o estúdio EMI e sabia que ficava perto da casa de Paul. Sabia da Apple que ficava em Savile Row. Sabia da BBC, que parece não estar incluída na lista, mas era o único estúdio de televisão da época onde eles sempre se apresentavam. E tinha o Palladium onde eles tocaram para a rainha. Não sabia onde moravam os outros Beatles. Como achar isso tudo em um mês sem conhecer a cidade e falando inglês apenas para o gasto? Essa aventura de saír à procura dos lugares por conta própria me causou grande emoção. Logo no meu primeiro dia lá, peguei um metrô para ir até a escola onde eu ia fazer um cursinho de inglês. Para minha surpresa a terceira estação era….Saint John’s Wood. Pois no dia seguinte, ao voltar da aula, desci ali. E saí andando na doida, procurando, farejando…Tinha lido na Cláudia que havia um hospital perto da casa de Paul e também um campo de Cricket. Eu pensei: qualquer coisa eu pergunto onde fica o tal campo. não foi preciso. Em pouco tempo avistei o hospital. Então, olhando a placa no muro na minha frente eu li: Cavendish Avenue. Jesus amado, me socorre..Ele mora aqui. Também a foto tinha mostrado que havia um portão verde. Olha á o portão. Gente, eu tive de me sentar num murinho na frente porque a emoção foi grande demais. A parte triste é que ele estava na Escócia. Como Paul fez isso comigo? rs rs rs. Eu fui até lá e ele nao apareceu porque estava na fazenda! O portão sempre fechado. Eu estive bem mais de vinte vezes. Quase todos os dias. Eu cantava. ” It always lead me here lead me to your door”
    Até hoje The Long and Winding Road me faz chorar porque eu me revejo ali na porta… feliz por estar ali mas frustrada por ele jamais ter mostrar a carinha. ” Cada vez que eu voltava lá lembrava da música. Still they lead me me back…..e ao ver que ele continuava ausente…You left me standing here… ‘Don’t keep me waiting here. Achei a EMI e Abbey Road da mesma forma, seguindo o coração. Também virou ponto diário. Fiquei sem reação, besta, tola…uma vez que George estava lá dentro. Foi o mais perto que cheguei de um deles. Eu do lado de fora e ele lá dentro…pelo menos eu respirava o mesmo ar. Mas puxa, ele nem apareceu na janela para ver a apple scruff brasileira. Algum dia estaremos frente a frente, e vale saber que ele me ama. Está lá na letra da música. rs rs rs.

  2. Para achar a Apple foi a mesma emoção. No segundo dia. Saí da escola, peguei meu mapinha a procura de Carnaby Street. Então meus olhos encontram por acaso a Savile Road. Nem acreditei. Fui seguindo pela Wardour Street, a primeira rua junto da escola, que ficava ali em Piccadilly Circus. Centrão. Bom, pequei a Wardour a achei o Marquee club. Outra emoção. Tinha lido que Paul tinha mesa cativa ali. Meca dos iniciantes no rock. O Marquee era o Cavern de Londres. Ali The Who começou sua carreira, Pink Floyd, David Bowie. Bom, achei a Carnaby Street, dei uma voltas, voltei para a Wardour e segui em frente, porque o mapa dizia que a proxíma seria Saveile Road. Essa aqui…Viro a cabeça e tenho de me escorar na parede…Devia estar de boca aberta, salivando ou algo assim…Valei-me Nossa Senhora Aparecida…Olha lá uma bandeira voando ao vento com o desenho da maçã! Nem preciso dizer que estive lá diariamente após as aulas. E lá eu consegui entrar. Beatles? Nem de longe. Mas estar ali na sala de espera, naquele corredorzinho já conhecido pelo filme Let it Be dava uma emoção violenta. London Pavillion foi fácil também…e a BBC merece até um capitulo extra…talvez para minha coluna. Muitos não enxergam a BBC como parte da história Beatles, mas era para mim impossível não pensar neles quando chegava lá. Nâo ficava na porta porque realmente não era um lugar para romaria assim. Eu chegava e entrava…Participei de dois shows no estúdio de Serviço brasileiro. E fui no clube da BBC que celebrei meu aniversário. Tudo isso aconteceu também como se guiada por mãos especiais. Tudo dando certo. Menos…estar com nossos rapazes pessoalmente. As mãos que me guiavam não me levaram até eles. Ou então eu me sabotei. Pode ter sido sim. 😦

  3. Um Dia Na Vida, eu irei realizar meu sonho de ir até lá, de estar bem pertinho de onde eles já estiveram. Mas, enquanto isso não é possível, os Beatles já se encarregam disso através de suas músicas, não é como estar lá, mas substitui um pouco esta minha vontade.

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