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Quer transformar clientes em fãs? Paul McCartney pode te ajudar!

A genial carreira do beatle é um bom exemplo de como estreitar laços com seu público-alvo.

paulmccartney

A receita do sucesso varia de empreendedor para empreendedor. Mas de um fator não dá para fugir: sem clientes, nenhum negócio prospera. Normalmente, a empresa tem que suar muito para atrair clientes. E mais ainda para fazê-los comprar de novo.

Em alguns casos, as empresas fazem seu trabalho tão bem que os clientes se transformam em fãs. Basta ver o que acontece com marcas como a Apple e as fabricantes de videogame. Quando ocorre um lançamento, as pessoas fazem fila para comprar as novidades. O mesmo acontece nas vendas de ingressos para shows de grandes artistas. Não interessa se o fã já viu um show do seu ídolo – ele vai ao máximo de apresentações que puder e sempre vai pular, gritar e aproveitar do mesmo jeito.

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O beatle Paul McCartney é um exemplo dessa relação de amor entre artistas e fãs. Nos últimos anos, McCartney tem visitado bastante o Brasil. Pessoas já viram os shows do britânico uma, duas, três vezes e as apresentações são sempre lotadas.

Pode até parecer estranho, mas McCartney pode inspirar o seu negócio. O site da revista Inc. fez uma lista, inspirada na música, de dicas para quem quer estreitar laços com seus clientes. No entanto, aqui no Brasil, a reportagem da PEGN percebeu que a grande maioria dos itens se associava à genial carreira do baixista. Aprenda como fidelizar seus clientes com Paul McCartney em três dicas:

1) Não seja um “empreendedor de um hit” – Paul McCartney está longe de ser um artista de um único hit. Com os Beatles, lançou 13 álbuns cheios de clássicos. Com o fim da trajetória do quarteto de Liverpool, ele investiu em outros projetos. Teve menos sucesso, é fato, mas continuou arrastando milhares de fãs.

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Levando a trajetória de McCartney para o mundo do empreendedorismo, a lição que fica é que “empreendedores de um sucesso só” são esquecidos mais facilmente. Os hits de uma empresa são o que o empreendedor oferece. Por isso, o ideal é não se acomodar com o sucesso obtido em um lançamento e investir em novos produtos e serviços.

2) Seja uma “banda de um homem só” – Os Beatles são considerados, no mínimo, um dos mais importantes acontecimentos da música. Quando o mítico quarteto foi desmanchado, em 1970, era de se esperar que o futuro dos músicos não seria dos mais fáceis. Mesmo assim, todos eles investiram em carreiras solo e foram relativamente bem-sucedidos. Por uma questão de longevidade – afinal, George Harrison morreu jovem e John Lennon, mais cedo ainda –, McCartney se tornou o único beatle a fazer grandes shows após o fim da banda.

Esta característica de McCartney também é bastante útil para os empreendedores, que precisam “se garantir” a todo momento para manter a empresa lá em cima. Pequenos negócios geralmente têm poucos funcionários. Então, a saída é dar um jeito de resolver os problemas que aparecem.

2009 (29)

3) Varie sua playlist – McCartney varia bastante as músicas que toca nos shows. É claro que a carreira do britânico, com toneladas de clássicos, permite isso. Para os empreendedores, a prática de “variar a playlist” traz uma dupla analogia: a primeira indica que quem tem uma empresa precisa variar seu catálogo de produtos e serviços.

Além disso, é importante que o empreendedor varie a forma de falar com seus clientes. Por exemplo, se uma empresa tem um público-alvo muito amplo, pode ser que, de acordo com o cliente, seja necessário adaptar o discurso.

Pensou em mais lições de empreendedorismo baseadas em Paul McCartney? Conte para a gente nos comentários!

Fonte: PEGN

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2 Respostas para “Quer transformar clientes em fãs? Paul McCartney pode te ajudar!

  1. Como sabemos, Paul McCartney tentou, em vão, gerenciar os Beatles. Se os Beatles não desconfiassem dele e de seu sogro, talvez a história fosse diferente e o final da banda poderia até ser adiado. Fica a lição: confiança. E nessa, o empresário Paul McCartney dançou.

  2. Mariana Alves de Araújo

    Apesar de sabermos que é disso que Paul vive, e tudo mais, acho que ele não usa estas táticas dessa maneira. Me recordo de uma entrevista a um canal da Argentina que o entrevistador pergunta “porque você ainda faz turnês, é pra fazer as pessoas felizes? Porque obviamente não tem uma necessidade” e a resposta de Paul foi algo totalmente esperado,(porque conhecemos os seus sentimentos) ele respondeu “EU TENHO UMA NECESSIDADE, FAZER O QUE EU AMO”. Sabemos que tem dinheiro envolvido, até porque ele vive de música, do que ama. Mas ele não precisaria fazer turnês, só com os direitos autorais ele já ganha uma fortuna ( se fosse o caso) e ele tem experiência musical para fazer letras e canções. Acho que essas estratégias acabam sendo algo instintivo, que ele simplesmente aprendeu com a vida. Essa é minha opinião.

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