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Beatles em Tudo e Beatles College nos jornais!

É com muito orgulho e prazer que queremos contar a vocês que o livro “Beatles em Tudo” de João Resende (um dos autores do Beatles College), lançado há 3 meses, foi matéria de grandes jornais do Brasil na última semana.

Na quinta (02/01), o Jornal Folha de São Paulo publicou uma crítica positiva sobre o livro, ressaltando seus pontos fortes.

No domingo (05/01), foi a vez do Estadão estampar em seu Caderno 2 uma grande matéria sobre o livro, com declarações do autor e citando o Beatles College.

Assim como na última quinta (09/01), o Jornal O Dia também deu destaque ao livro e ao blog com a capa de seu Caderno D e mais 1/4 de página. Mais uma matéria super legal por toda a atenção dispensada ao nosso trabalho.

Para nós, é um enorme prazer ver nosso trabalho (cuja remuneração é somente a atenção e o carinho de vocês) repercutir nos grandes veículos de mídia. Por isso queremos agradecer a você, leitor do blog, por tudo isso e dividir essas três matérias com vocês!

E que venha mais por aí!

 

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO

02/01/2014

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Beatlemaníaco que enxerga seus ídolos em tudo lança livro

THALES DE MENEZES
EDITOR-ASSISTENTE DA “ILUSTRADA”

Quem convive com beatlemaníacos às vezes pensa que eles são capazes de enxergar Beatles por toda parte.

O publicitário brasileiro João Resende revolveu levar essa ideia para um livro. O título não pode ser mais explícito: “Beatles em Tudo”.

Espécie de exercício tresloucado de um “nerd beatle”, ele conseguiu, com mais acertos que erros, listar relações inusitadas e divertidas do quarteto inglês com cinema, ciência, Shakespeare, esportes, programas de TV e outros ramos da cultura pop.

Há boas curiosidades em “Beatles em Tudo”, como a existência de ruas em 23 cidades no Brasil que levam o nome do grupo ou de um de seus integrantes.

Outra boa sacada é a relação de músicas da banda em trilhas de novelas brasileiras.

Até quem acha que entende muito de Beatles pode se surpreender ao saber que foi uma pesquisa científica financiada por doações da gravadora do quarteto que acabou inventando o aparelho de tomografia computadorizada.

Se são sempre chamados de “astros” do rock, John, Paul, George e Ringo foram mesmo para o espaço. Entre 1983 e 1984, os astrônomos Brian Skiff e Edward Bowell batizaram quatro asteroides com os nomes 4147 Lennon, 4148 McCartney, 4149 Harrison e 4150 Starr.

Verbetes saborosos como esses se revezam com alguns nos quais o autor forçou demais a barra para estabelecer uma conexão com o grupo.

Ele insere a cantora pop Britney Spears no livro apenas porque ela treinou uma das candidatas do programa americano de calouros “X Factor” para que cantasse “Imagine”, de John Lennon.

Esses exageros vão de engraçadinhos a ridículos, mas a maioria pode ser levada com boa vontade pelo leitor que está diante de uma legítima e esforçada proposta beatlemaníaca.

“Beatles em Tudo” é divertido, leitura indicada para uma tarde de chuva no meio das férias. A começar por sua capa, que põe Darth Vader e Rambo na famosa imagem do álbum “Sgt.Pepper’s”.

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JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO

05/01/2014

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Almanaque Beatles

Livro de um fã brasileiro conta a vida da popular banda de rock por meio de verbetes curiosos e hilários.

ANTONIO GONÇALVES FILHO – O ESTADO DE S. PAULO

O publicitário e músico carioca João Resende, de 27 anos, descobriu os Beatles aos 14 anos, incentivado por amiguinhos que moravam no mesmo prédio. Há seis anos ele mantém o site The Beatles College, nascido no Orkut, que tem, segundo ele, 2 mil acessos diários – a maioria de adolescentes. É curioso que garotas de 17 anos tenham mais curiosidade sobre um grupo musical dissolvido em 1970 do que a respeito de bandas contemporâneas como o britânica Oasis, igualmente extinta (em 2009) e influenciada pelos Beatles. “Isso prova que a música deles é atemporal”, diz Resende, que, animado com o sucesso do site, acaba de lançar o livro Beatles em Tudo, espécie de almanaque sobre (quase) tudo o que a nova geração gostaria de saber sobre a banda de rock mais popular do século 20.

Hobbit. Os pais e até avós da turma que segue o Beatles College provavelmente não vão encontrar nele algo que não saibam sobre a banda, nascida em Liverpool em 1960. Há histórias conhecidas como a suposta morte de Paul McCartney – boato sobre um acidente fatal de carro que teria matado o cantor e guitarrista em 1966, sendo McCartney substituído por um sósia. Há outras menos lembradas, como a tradução de seis músicas dos Beatles pelo poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade (do álbum branco, para a extinta revista Realidade, em março de 1969). Há ainda histórias de cinéfilos, que garantem ter o cineasta norte-americano Stanley Kubrick (1928-1999) projetado, em 1967, um filme sobre O Senhor dos Anéis, tendo os Beatles como protagonistas: Lennon seria Gollum, Paul ganharia o papel de Frodo, George encarnaria o mago Gandalf e Ringo teria de se contentar com os pés peludos do hobbit Sam, amigo de Frodo.

Pode ser que Kubrick tenha desistido na última hora, mas ele gostava mesmo dos Beatles. Exigente ouvinte, que usou composições eruditas em seus filmes (de Haendel a Shostakovich, passando por Ligetti), teria pensando no quarteto para compor a trilha de um de seus filmes mais polêmicos. O produtor de Laranja Mecânica foi quem sugeriu a ideia – e Resende observa que, ao entrar numa loja de discos, o psicótico adolescente Alex fica em segundo plano para que a câmera focalize a capa do LP Magical Mistery Tour na prateleira.

Eruditos. Assim como Alex inventou uma língua (Nadsat) para se comunicar com seus parceiros antissociais, os Beatles trataram igualmente de criar uma linguagem cifrada em discos experimentais como o White Album. Resende, em seu almanaque, cita as influências literárias e musicais eruditas que ajudaram a formatar a linguagem da banda, mostrando que, por trás da popular canção Eleanor Rigby, existe uma peça de Vivaldi. A lista é infinita: Because deve muito a uma sonata de piano de Beethoven e as invenções contrapontísticas de Bach foram usadas e abusadas em Blackbird e All You Need Is Love.

“Acredito mesmo que a melodia dos Beatles seduz mais que as letras “, diz Resende, descartando que o lado erudito dos integrantes da banda tenha algum peso na popularidade do grupo entre os novos fãs. Não dá para afirmar que os Beatles sejam clássicos por sua erudição, embora o autor observe a falta que fariam os instrumentos sinfônicos dos arranjos de George Martin em músicas como A Day in the Life.

Mas o fato é que os Beatles amavam a música clássica, a pintura (a maçã verde do logo da gravadora Apple foi tirada de uma tela de Magritte), o teatro (fizeram Shakespeare na TV e usaram diálogos do Rei Lear em I am the Walrus) e a literatura (Edgar Allan Poe é citado na mesma I am the Walrus). Sintonizado com a arte de vanguarda produzida nos anos 1960, Lennon pode ser visto no livro ao lado de Andy Warhol numa rara foto em que os dois aparecem com as mãos apalpando as partes íntimas um do outro. Resende lembra que Warhol, o maior nome da arte pop norte-americana, assinou as capas de um livro sobre os Beatles em 1980 e de uma coletânea de Lennon (Menlove Avenue).

Fotos raras. O almanaque de Resende tem outras fotos que ficaram famosas, entre elas a do boxeador Muhammad Ali (na época, Cassius Clay) nocauteando os quatro Beatles na primeira turnê da banda nos EUA, em fevereiro de 1964. No auge da onda beatlemaníaca, os Fab Four, como ficaram conhecidos os Beatles, ganharam um desenho animado, The Beatles Cartoon, que chegou a ser exibido em preto e branco no Brasil na extinta TV Tupi, entre 1965 e 1967. Os Beatles voltariam à animação em Yellow Submarine (1968), que Robert Zemeckis queria refazer em 3D (o projeto foi engavetado).

A ressonância dos Beatles no Brasil, garante o autor, pode ser medida não só por xarás no futebol (os jogadores John Lennon Silva Santos e Lennon Fernandes) como pela voz de uma brasileira na discografia da banda (Lizzie Bravo faz backing vocal em Across the Universe). Mas o que comprova mesmo a popularidade dos Beatles é o número de vezes que suas canções foram usadas nas trilhas de telenovelas brasileiras: Resende relaciona três dezenas delas, de Beto Rockefeller (1969) a Avenida Brasil (2102). Eles só não foram populares junto a religiosos. Resende lembra que a mais conhecida canção de John Lennon, Imagine, foi banida dos crematórios ingleses (por conter o verso “Imagine que não há céu”) e Lennon, amaldiçoado pelo deputado e pastor Marcos Feliciano (“Deus matou John Lennon por causa de suas declarações sobre Jesus”). Pior que ele só James Bond, o 007. Resende cita uma frase de Goldfinger em que o agente compara beber champanhe quente a “ouvir os Beatles sem protetor de ouvidos”. Bond pagou a língua com Live and Let Die, que teve a canção tema composta por um deles, Paul McCartney.

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JORNAL O DIA

09/01/2014

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PUBLICITÁRIO LANÇA LIVRO PROVANDO QUE A HISTÓRIA DOS BEATLES SE RELACIONA A TUDO

‘Há relações dos Beatles com arquitetura, física, psicologia, medicina e até esportes radicais e xadrez”, garante o publicitário João Resende, autor do livro ‘Beatles Em Tudo’

RICARDO SCHOTT – O DIA

Rio – Por mais que você nem desconfie, praticamente todos os temas que você puder imaginar se relacionam com uma certa banda de Liverpool, cujo reinado não caiu até hoje — e provavelmente nunca vai cair. “Há relações dos Beatles com arquitetura, física, psicologia, medicina e até esportes radicais e xadrez”, garante o publicitário João Resende, autor do livro ‘Beatles Em Tudo — Curiosidades Inéditas Sobre a Maior Banda da História’ (Editora Zás, 262 págs., R$ 35).

Criador, com vários amigos que conheceu na internet, do blog Beatles College (beatlescollege.wordpress.com), ele foi reunindo durante seis anos várias informações, muitas delas raríssimas, sobre o grupo. O que era para ser apenas uma central de jovens beatlemaníacos (“a gente começou a se comunicar ainda na época do Orkut!”, recorda ele) acabou se transformando numa fonte de detalhes sobre a banda e sobre as carreiras solo dos ex-integrantes.

Um post em especial ajuda a garantir as duas mil visitas diárias que o blog tem. É a série ‘A História dos Beatles Contada pelo Jornal Meia Hora’, que usa a linguagem descontraída do tabloide publicado pelo grupo EJESA (responsável também pelo) para narrar a trajetória da banda.

“Até hoje, tem muitos acessos. Nesta semana mesmo, todo mundo começou a postar nas redes sociais”, relata João, que é fã do jornal. “Sempre me diverti muito com as capas e foi um exercício de história tentar contar ano a ano os fatos que envolviam o Beatles, usando esse formato. A última capa é que foge um pouco do aspecto factual, pois damos um resumão do que aconteceu com cada um dos quatro, incluindo o assassinato de John Lennon.”

Outras séries de sucesso do blog trazem conversas fictícias da banda pelo iPhone. E a discografia do grupo comentadíssima, com as histórias das músicas e das gravações. Boa parte das visitas ao site vem de jovens e adolescentes. “Eu mesmo conheci os Beatles na adolescência. Minha família não era tão fã e descobri o grupo com amigos, lá por 2001. Fiquei impressionado com o poder da música deles, porque um amigo nosso descobriu e foi contaminando todo mundo”, lembra João, que tem 27 anos.

Em ‘Beatles Em Tudo’, o leitor descobre que o clássico pacifista ‘Imagine’, de John Lennon, se relaciona com o universo do MMA. Antes de lutar no UFC 65 (e, por sinal, terminar derrotado), o americano Jeff Monson mandou tocá-lo como música de entrada. O primeiro filme de Renato Aragão e Dedé Santana tem os pés no quarteto de Liverpool — é ‘Na Onda do Iê-Iê-Iê’ (1965), que faz referência à estreia cinematográfica dos Beatles, ‘A Hard Days Night’ (de 1964, exibido no Brasil como de ‘Os Reis do Iê-Iê-Iê’).

A apolítica e utópica ‘Imagine’, quem diria, se tornaria também um dos hinos do líder venezuelano Hugo Chavez, traduzida para o espanhol com o nome de ‘Imagina Venezuela’. Apesar de hoje Paul adotar um estilo de vida mais saudável — ele é vegetariano militante —, os integrantes do grupo já foram fotografados diversas vezes bebendo Coca-Cola. A imagem dos Beatles já foi usada, sem autorização, num comercial do McDonald’s de Liverpool — pessoalmente ultrajado, o autor de ‘Band On The Run’ brigou na Justiça e embargou o anúncio.

João espanta-se com o fato de o grupo ter inspirado até a ciência. “Como eles renderam muito dinheiro para a gravadora EMI, ela começou a investir em outras áreas. Até mesmo o projeto que criou a tomografia computadorizada veio do montante de grana gerado pelos discos da banda!”, diz, rindo. “Alguns seres invertebrados também foram batizados com o nome ‘Beatles’. Está no nome científico deles”, garante ele.

O publicitário ainda tem muito material guardado que não foi aproveitado no livro. “Tive que organizar e cortar muita coisa. Quem sabe eu não faço o ‘Beatles Em Tudo E Mais Um Pouco’?”, diverte-se. Ele tem todos os álbuns do grupo e acompanha os shows de Paul McCartney e Ringo Starr no Brasil. “Vi o Ringo em São Paulo no ano passado e o acho um grande baterista. É o melhor baterista que os Beatles poderiam ter”, defende.

Já na apresentação de Paul no estádio do Morumbi (SP), em novembro de 2010, João fez questão de levar para casa um souvenir pouco usual. “Arranquei um pedaço do gramado, pus numa vasilha que tinha levado para lá, já pensando nisso, e trouxe comigo para casa. Está guardado comigo até hoje!”, revela.

Detalhes sórdidos e bizarrices da história do rock 

Em ‘Beatles Em Tudo’: Vera Fischer confessou desejos sexuais pela banda e um filme pornô já parodiou um disco do quarteto 

Além das relações do grupo com os mais variados temas, o livro ‘Beatles Em Tudo’ é repleto de curiosidades e histórias inusitadas relativas ao quarteto. Algumas delas envolvem pessoas famosas que são fãs ou se encontraram com integrantes do grupo:

– OS BEATLES  inspiraram filmes como ‘Across The Universe’ (2007), de Julie Taymor, repleto de músicas do grupo na trilha. O mais pitoresco é o pornô ‘Sgt. Peckers’ Lonely Hearts Club Gang Bang’, evidentemente jogando mais pimenta que o usual no nome do disco ‘Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band’ (1967).

– A ATRIZ Vera Fischer declarou certa vez ter sido expulsa de um colégio de freiras por escrever em uma redação que mantinha relações sexuais com os Beatles.

– PAUL MCCARTNEY  assistiu a um show do ‘coisa nossa’ Ivan Lins, em Nova York, em 2001, e até posou para fotos com o cantor.

– LIVERPOOL ama futebol e é dividida entre dois grandes times: Liverpool FC e Everton FC. Nenhum dos Beatles jamais declarou seu time (Paul McCartney, por exemplo, fica eternamente em cima do muro com relação ao assunto), mas há uma espécie de Zico do Liverpool na capa do ‘Sgt. Pepper’s’: o craque Albert Stubbins.

– O PUGILISTA  Sonny Liston também figurou na capa de ‘Sgt Pepper’s’. Mas não gostava nem um pouco da banda: foi a um show dos Beatles e declarou que seu cachorro tocava bateria melhor que Ringo. Já Cassius Clay, futuro Muhammad Ali, encontrou-se com eles e até posou para fotos – numa delas, finge nocautear os quatro de uma vez.

– OS BEATLES  já foram transformados em desenho animado. E a relação deles com o universo dos quadrinhos é duradoura. Mauricio de Sousa já os homenageou em histórias da turma do Penadinho e de Chico Bento, e tentou criar, sem sucesso, o projeto Beatles 4 Kids. A pequena Mafalda, criada pelo argentino Quino, é fã deles.

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3 Respostas para “Beatles em Tudo e Beatles College nos jornais!

  1. Parabéns João Resende!
    Só agora soube do lançamento do seu livro, super legal mesmo!

  2. Aqui em Minas não vem matérias assim nos jornais de grande circulação :/

  3. Mariana Alves de Araújo

    Nós beatlemaníacos e amantes de música boa que devemos agradecer, por todo o conteúdo que vocês nos proporcionam e toda a interatividade que vocês causam entre essa grande família!!!!! O sucesso é todo de vocês!!!
    Um abraço

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